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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Mudanças de valores - Parte 2

Estas duas páginas do livro (acima e abaixo) apresentam molduras que mostram o estado de humor das diferentes famílias. As duas famílias homoafetivas são retratadas em ambiente próspero e harmonioso. Há tranquilidade e segurança em suas fisionomias. As crianças sentem-se bem e seguras.

Os estados de pobreza, ansiedade, tristeza, braveza, rispidez e mau humor ficam por conta de outros arranjos familiares, principalmente a família tradicional. A escolha da maneira de representar pessoas ou coisas por meio da escrita ou da imagem, não pode ser considerada desprovida de intencionalidade. Os desenhos convencem o favorecimento implícito das duas famílias homoafetivas, em relação às demais. Estes dados não podem ser desprezados porque a criança consegue perfeitamente extrair das imagens os pressupostos estabelecidos intencionalmente.


2. Menino brinca de boneca?
  O livro didático “Menino Brinca de Boneca?” citado acima foi adotado pelo Ministério da Educação como referência para alfabetização de nossas crianças (até 6 anos de idade) e já está sendo utilizado em algumas escolas particulares em São Paulo existindo ainda a orientação do Governo Federal para que seja expandido para todo o Brasil.
Caso seus filhos tenham este exemplar em suas mochilas, fiquem atentos, pois certamente estão recebendo carga de informações estimulando o homossexualismo em suas cabeças.

Foram tiradas algumas fotografias de páginas do livro “Menino Brinca de Boneca?” para concretizar as colocações citadas. 

Prefácio: Escrito pela senadora Martha Suplicy (PT-SP), a mesma critica a relacionamento familiar baseado nas convicções dos pais e é direta ao abordar o assunto “livro infantil dedicado para mudança da sexualidade das crianças".

Página 16: As palavras “vulva”e “pênis” são expostas como se o assunto “sexo” fosse algo totalmente natural entre crianças de 6 anos nas escolas. 

Contra-Capa: Frei Betto é incisivo ao dizer que a obra criada estimula o público infantil a decidir-se por si só sobre sua sexualidade e coloca os filhos contra os pais.

3. Porta aberta.
O livro didático “Porta Aberta” de Geografia e História, voltado para o público do primeiro ano, também é gritante quanto ao estímulo ao homossexualismo. 

Página 73: A lição mostra uma brincadeira intitulada de “Gavião", na qual um homem adulto agarra uma criança, ambos nús, orientando que os meninos e meninas brinquem daquela maneira com seus amigos. Uma clara afronta que estimula a pedofilia.

 História: Página 225: Um jogo da memória formando famílias de pais homossexuais é ensinado para o público infanto-juvenil.Resultado de imagem para A sanha dos ativistas homossexuais Além das mensagens diretas, em ambos, é nitidamente fácil constatar as mensagens subliminares envolvendo o homossexualismo e pedofilia, que são exploradas durante as tarefas ensinadas.Os movimentos organizados de defesa do homossexualismo exercem influência nas políticas educacionais do MEC. Eles agiram estrategicamente ao inserirem nos livros didáticos de algumas disciplinas os temas relacionados ao comportamento sexual e a configuração familiar.  Tendo em vista essa nova realidade da escola, os pais precisam acompanhar mais cuidadosamente o conteúdo moral e cultural transmitido aos seus filhos. A responsabilidade de estabelecer as bases dos padrões morais, religiosos e culturais para os filhos é da família e não do Estado. Ainda mais quando o assunto é a orientação sexual porque há o risco de ensinar às crianças e aos jovens conceitos equivocados sobre o assunto.
A sanha dos ativistas homossexuais, que desde o início mentem e dizem que o kit-gay não seria para o público infantil é desmascarada e vem tomando as escolas privadas primárias do Brasil. É isso que queremos para nossos filhos?
 No trabalho que desenvolve com crianças de seis a dez anos na Escola Municipal Domingos José Diniz Costa Belém, o principal foco é o respeito à diversidade e não a discussão da sexualidade dos alunos. 

4. Meninos e Meninas:

"As ilustrações foram feitas pelos estudantes, dei destaque a ilustração que se refere a uma família homoafetiva”. “Caso seus filhos tenham este exemplar em suas mochilas, fiquem atentos pois certamente estão recebendo carga de informações estimulando o homossexualismo em suas cabeças”.
  É um livro todo ilustrado que fala sobre aquela antiga ideia de que meninos brincam de carrinho e meninas de bonecas. Mostra que houve corajosos e que mudaram essa ideia e passaram a fazer aquilo que queriam fazer e descobriram assim a felicidade...
O livro caiu como uma luva... sendo assim, eu recomendo esse livro!
Abraços, Julia Campanucci.

5. Mamães e Papais.Resultado de imagem para livro Mamães e Papais. No próximo dia 8 de junho, sábado, das 16 às 19 horas, na Livraria Cultura, no Shopping Curitiba, será lançado o livro “Mamães e Papais” de Emerson Machado. Orientado para crianças a partir de oito anos, o trabalho da Aaatchim! Editorial tem ilustrações de Sebastião Nuvens e tem como assunto principal os relacionamentos homoafetivos entre adultos na visão das crianças.
 Esta pequena grande história lida com um tema difícil: as relações homossexuais entre adultos na visão das crianças. Otávio e Taís viviam em orfanatos quando foram adotadas. O que acontece depois? Como encaram a situação as crianças? De que maneira se comportam os adultos? Uma narrativa ágil, em linguagem clara e fluente. Uma história para acabar com preconceitos, desfazer equívocos e revelar a nova família que se tornou possível de agora em diante.
6. Duas filhas, dois pais.Resultado de imagem para livroduas filhas e dois paisO novo livro editado pela Sapiens Editora. Duas Filhas, Dois Pais - História e Desafios da Primeira Adoção Homoafetiva Brasileira, de autoria do psicólogo e teólogo Carlos Henrique Souza da Cruz.
 É um relato denso e provocador sobre a primeira adoção de crianças por um casal homossexual autorizada pela Justiça brasileira – um caso de que criou jurisprudência sobre o tema no país.

7. Jamily.

Resultado de imagem para livro jamilyJamily é uma adolescente etíope, adotada por um casal homossexual holandês que fazia trabalho voluntário para as Nações Unidas na África. Sua história, fictícia, é contada no livro Jamily, a holandesa negra, de Alysson Miguel Harrad Reis, um rapaz de apenas 13 anos.



    







8. Mamãe, como nasci?  

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Ilustração do livro de Marcos Ribeiro - Mamãe, como eu nasci? - Distribuído pelo MEC para crianças das séries iniciais.Resultado de imagem para livro mamae como nasci

Muitos outros livros estão prontos nas editores, esperando o pedido das escolas. A mente da criança de hoje esta sendo invadida por vendavais diabolicos; somente com pais de joelhos que os filhos escaparam das garras do adversario.


Por vossa irmã em Cristo Rosa Dias
























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