Total de visualizações de página

Só Jesus Cristo salva!

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Mudanças de valores - Parte I

Porém, eu e a minha casa, serviremos ao Senhor.
Josué. 24.15 

"Pais de joelhos, filhos nas alturas espirituais".
1. Família: Uma instituição sagrada
2. Deus reprova a ‘Poligamia’.
3. Deus é maior do que as leis.
4. E esse nosso Brasil!
5. A lei dos Direitos Humanos.
6. Famílias modernas.
7. Filhos: menos tempo com os pais, mais tempo na escola!
              O que será dessa geração nos tempos vindouros? Essa geração caminha para o “Abismo profundo” e se nós pais não acordarmos em tempo, eles não alcançarão a Eterna Salvação. É, preocupante o aceleramento das forças malignas que assombra os nossos lares, e eu vos falo de lares cristãos; famílias que criam seus filhos na igreja a cada dia estão infelizmente presenciando o abandono da fé e indo de braços abertos para a cadeia infernal do mundo. O mundo atrai a juventude de uma forma gigantesca, com tanta rapidez, que quando os pais acordam, eles já estão com a mente cauterizada e aí somente o poder da oração para resgata lós outra vez para os braços de Cristo. Salvo alguns; a geração de hoje já não tem mais entusiasmo para serem cheios do poder de Deus; ser batizados no Espírito Santo parece ser vergonhoso; querem avançar mais e mais nas guloseimas mundanas; mais ainda sim, o Espírito diz a igreja: Vem!
ConvocaçãoResultado de imagem para convocação
              Quero convocar, todos os pais que lerem essa obra, a dobrar os vossos joelhos, pelos teus filhos; o mundo jaz no maligno; somente na força da oração poderemos ver os nossos filhos nas alturas celestiais, pois aquele grande dia se aproxima! Não podemos desistir de nossos filhos; vamos regaçar as mangas e orar, chorar, implorar a salvação deles e então diremos, “eu e a minha casa serviremos ao Senhor”, não criamos filhos para o diabo, criamos filhos para Deus e eles serão sim de Deus. Devemos ensinar aos nossos filhos que o caminho certo é o do Senhor e não há nele condenação. Tão somente guarda-te a ti mesmo, e guarda bem a tua alma, que não te esqueças daquelas coisas que os teus olhos têm visto, e não se apartem do teu coração todos os dias da tua vida; e as farás saber a teus filhos, e aos filhos de teus filhos.Deuteronômio 4:9. Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa. Atos 16:31.                                                                                       1. Família: Uma instituição sagradaResultado de imagem para sombra Filhos: crianças na escola! A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa. Salmos 128:3
·       Esse estudo deve ser do interesse de todos aqueles que são servos do Senhor e que pretendem um dia ver salvo toda a sua família.
A família foi instituída por Deus:
Quando Deus fez o homem logo em seguida fez para ele a mulher e esta deu lhe filhos, constituindo assim a ‘família’; portanto a família é uma instituição formada por Deus.
E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.Gn 2:7
E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele. Gênesis 2:18
Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar; E da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão. E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne. Gênesis 2:21-24
Deus se importa tanto com a família que ao destruir a terra no dilúvio, preservou são e salvos uma família de humanos e um par de cada animal, para que fossem fecundos, Mas vós frutificai e multiplicai-vos; povoai abundantemente a terra, e multiplicai-vos nela. Gênesis 9:7
 2. Deus reprova a ‘Poligamia’.
Faz com que a mulher estéril habite em casa, e seja alegre mãe de filhos. Louvai ao Senhor.  Salmos 113:9
               Deus concedeu a Adão uma só mulher, e em nenhuma parte da bíblia está escrito que Deus fez duas mulheres para Adão e nem tão pouco disse a Eva ‘terás dois maridos’; isso basta para aqueles que defendem a poligamia (mais de um conjugue). É do desejo de Deus que marido e mulher tenham filhos. (monogamia: um só conjugue).
Mas Lameque descendente de Caim, adotou a poligamia, escolheu para si duas mulheres, Ada e Zilá, E tomou Lameque para si duas mulheres; o nome de uma era Ada, e o nome da outra, Zilá. Gn 4:19; daí pra frente a poligamia não parou mais, o rei Salomão chegou a possuir mil mulheres, e suas mulheres lhe perverteram o coração, E tinha setecentas mulheres, princesas, e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração. Porque sucedeu que, no tempo da velhice de Salomão, suas mulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses; e o seu coração não era perfeito para com o Senhor seu Deus, como o coração de Davi, seu pai, 1 Reis 11:3-4.
O homem muda seus costumes, mas Deus continua sendo o mesmo, com a mesma integridade; e pecado continua sendo pecado; o céu continua sendo a morada dos fiéis e o inferno continua sendo a morada dos infiéis. “Uma família normal é constituída de: Pai (masculino), mãe (feminino) e filhos, exceto na perda de um”, ficando o viúvo ou a viúva. Se passar disto é procedência maligna. Deus tem plano de salvação para todas as famílias, Depois disse o Senhor a Noé: Entra tu e toda a tua casa na arca, porque tenho visto que és justo diante de mim nesta geração. Gênesis 7:1

 3. Deus é maior do que as leis.Resultado de imagem para Deus é maior do que as leis.
        Então se reuniram os príncipes, os prefeitos e governadores, os  capitàes, os juízes, os tesoureiros, os conselheiros, e todos os oficiais das províncias, à consagração da estátua que o rei Nabucodonosor tinha levantado; e estavam em pé diante da imagem que Nabucodonosor tinha levantado. E o arauto apregoava em alta voz: Ordena-se a vós, ó povos, nações e línguas: Quando ouvirdes o som da buzina, da flauta, da harpa, da sambuca, do saltério, da gaita de foles, e de toda a espécie de música, prostrar-vos-eis, e adorareis a estátua de ouro que o rei Nabucodonosor tem levantado. E qualquer que não se prostrar e não a adorar, será na mesma hora lançado dentro da fornalha de fogo ardente. Portanto, no mesmo instante em que todos os povos ouviram o som da buzina, da flauta, da harpa, da sambuca, do saltério e de toda a espécie de música, prostraram-se todos os povos, nações e línguas, e adoraram a estátua de ouro que o rei Nabucodonosor tinha levantado. Dn 3:3-7
A Babilônia não era um país convertido, assim como o Brasil também não é, pois se fosse um pais de Deus, temeria a ele; a Babilônia era governada por um rei que não era convertido, Nabucodonosor; assim como o partido que lidera e a presidente Dilma, também não são convertidos.
 Ali moravam judeus, homens de Deus e entre eles Daniel, Mesaque, Sadraque e Abede Nego tementes a Deus e que faziam parte do governo, também temos dentro da casa homens e mulheres de Deus.                                                            A palavra final pertencia a Nabucodonosor, assim como a palavra final pertence ao presidente da Republica.
A lei de adorar a imagem do rei era uma artimanha para acabar com os judeus, pois todos os príncipes, os prefeitos e governadores, os capitães, os juízes, os tesoureiros, os conselheiros, e todos os oficiais das províncias queriam ver os judeus sem saída.          
Mesmo com servos de Deus na suprema corte a lei absurda foi aprovada e então foi aí que eles pegaram os servos de Deus, só não os mataram porque eles eram fiéis a Deus e Deus os livrou da fornalha ardente. Uma lei parecida a esta também foi estabelecida no reinado de Dario, quem não adorasse o rei, seria jogado na cova dos leões. Daniel 6:7-11, Todos os presidentes do reino, os capitães e príncipes, conselheiros e governadores, concordaram em promulgar um edito real e confirmar a proibição que qualquer que, por espaço de trinta dias, fizer uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões.  Agora, pois, ó rei, confirma a proibição, e assina o edito, para que não seja mudado, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar. Por esta razão o rei Dario assinou o edito e a proibição. Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer.  Então aqueles homens foram juntos, e acharam a Daniel orando e suplicando diante do seu Deus.  Por ser Daniel homem justo e fiel, Deus o livrou da boca do leão. A lei era executada mesmo tendo servos de Deus no poder; esta é uma forma de Deus revelar ao mundo quais são os verdadeiros servos fiéis. Leis e leis vieram e virão, porém Deus velará dos seus fieis servos. Satanás sabedor que a hora se aproxima, ficara desesperado e então criará coisas que possam afetar as famílias que caminham na luz.
O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. Salmos 46:7
Pai de órfãos e juiz de viúvas é Deus, no seu lugar santo. Salmos 68:5
Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, e cuja esperança está posta no Senhor seu Deus. Salmos 146:5

4. E esse nosso Brasil?
 O partido que governa o Brasil é anticristão, não adere o cristianismo e é comunista, não conseguiu ainda agir com o comunismo porque Deus tem a redia nas mãos. (mesmo assim crentes votaram neles).
Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.  2 Coríntios 4:4
O que faz com que os retos errem por mau caminho, ele mesmo cairá na sua cova; mas os bons herdarão o bem.  Provérbios 28:10
Jesus não governa o Brasil, toda autoridade é posta por Deus, porém as leis são feitas pelos homens. Jesus só governará no Milênio, mas quando o povo de Deus ora o céu se move; o Brasil necessita de oração mais do que nunca. Eis que os céus e os céus dos céus são do Senhor teu Deus, a terra e tudo o que nela há. Deuteronômio 10:14
O Brasil é de Deus ou jaz nas mãos do maligno? Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno. 1 João 5:19
Nós estamos vivendo na Babilônia de hoje, onde o incerto fala mais alto do que o certo. Fazem leis que aparentemente não são prejudiciais, portanto são diabólicas e querem acabar com as famílias. Muitas leis já foram aprovadas e outras estão para serem votadas. Vamos nessa matéria tratar a respeito de algumas.
O Senhor é a minha luz e a minha salvação; a quem temerei? O Senhor é a força da minha vida; de quem me recearei? Salmos 27:1

 5. 
PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea “a”, da Constituição,
DECRETA:
Art. 1o  Fica aprovado o Programa Nacional de Direitos Humanos - PNDH-3, em consonância com as diretrizes, objetivos estratégicos e ações programáticas estabelecidos, na forma do Anexo deste Decreto.
Art. 2o  O PNDH-3 será implementado de acordo com os seguintes eixos orientadores e suas respectivas diretrizes:
a) Diretriz 4: Efetivação de modelo de desenvolvimento sustentável, com inclusão social e econômica, ambientalmente equilibrado e tecnologicamente responsável, cultural e regionalmente diverso, participativo e não discriminatório;
b) Diretriz 8: Promoção dos direitos de crianças e adolescentes para o seu desenvolvimento integral, de forma não discriminatória, assegurando seu direito de opinião e participação;
c) Diretriz 9: Combate às desigualdades estruturais;
d) Diretriz 10: Garantia da igualdade na diversidade;
  O decreto de Lula estabelece várias medidas “direitos humanos”
*profissionalização da prostituição.
* O controle da imprensa e da internet.
* O banimento de símbolos cristãos nos estabelecimentos públicos.
* A promoção das religiões afro-brasileiras como “cultura” dos descendentes dos escravos trazidos da África.
* A descriminalização do aborto.
* A legitimação do “casamento” gay e de adoção de crianças por esses “casais”.
 Das Disposições Preliminares
Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente.
Art. 2º Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade.
Art. 5º Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.
Art. 6º Na interpretação desta Lei levar-se-ão em conta os fins sociais a que ela se dirige, as exigências do bem comum, os direitos e deveres individuais e coletivos, e a condição peculiar da criança e do adolescente como pessoas em desenvolvimento.
Art. 15. A criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento e como sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis.
Art. 18. É dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.
Art. 18-A. A criança e o adolescente têm o direito de ser educados e cuidados sem o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto, pelos pais, pelos integrantes da família ampliada, pelos responsáveis, pelos agentes públicos executores de medidas socioeducativas ou por qualquer pessoa encarregada de cuidar deles, tratá-los, educá-los ou protegê-los. (Incluído pela Lei nº 13.010, de 2014)
Art. 25. Entende-se por família natural a comunidade formada pelos pais ou qualquer deles e seus descendentes.
Art. 60. É proibido qualquer trabalho a menores de quatorze anos de idade, salvo na condição de aprendiz.  Lei nº 12.010, de 2009.
PROJETO DE LEI / 2013
(Dep. Jean Wyllys e Érika Kokay)
Dispõe sobre o direito à identidade de gênero e altera o artigo 58 da Lei 6.015 de 1973.
LEI JOÃO W NERY/LEI DE IDENTIDADE DE GÊNERO
O Congresso Nacional decreta:
Artigo 1º - Toda pessoa tem direito:
I - ao reconhecimento de sua identidade de gênero;
II - ao livre desenvolvimento de sua pessoa conforme sua identidade de gênero;
III - a ser tratada de acordo com sua identidade de gênero e, em particular, a ser identificada dessa maneira nos instrumentos que acreditem sua identidade pessoal a respeito do/s prenome/s, da imagem e do sexo com que é registrada neles.
                                                                                                                  Artigo 3º - Toda pessoa poderá solicitar a retificação registral de sexo e a mudança do prenome e da imagem registradas na documentação pessoal, sempre que não coincidam com a sua identidade de gênero auto-percebida.
Artigo 4º - Toda pessoa que solicitar a retificação registral de sexo e a mudança do prenome e da imagem, em virtude da presente lei, deverá observar os seguintes requisitos:
I - ser maior de dezoito (18) anos;
II - apresentar ao cartório que corresponda uma solicitação escrita, na qual deverá manifestar que, de acordo com a presente lei, requer a retificação registral da certidão de nascimento e a emissão de uma nova carteira de identidade, conservando o número original;
III - expressar o/s novo/s prenome/s escolhido/s para que sejam inscritos.
Artigo 8º - Toda pessoa maior de dezoito (18) anos poderá realizar intervenções cirúrgicas totais ou parciais de transexualização, inclusive as de modificação genital, e/ou tratamentos hormonais integrais, a fim de adequar seu corpo à sua identidade de gênero auto-percebida.
§1º Em todos os casos, será requerido apenas o consentimento informado da pessoa adulta e capaz. Não será necessário, em nenhum caso, qualquer tipo de diagnóstico ou tratamento psicológico ou psiquiátrico, ou autorização judicial ou administrativa.
§2º No caso das pessoas que ainda não tenham de dezoito (18) anos de idade, vigorarão os mesmos requisitos estabelecidos no artigo 5º para a obtenção do consentimento informado.
Artigo 9º - Os tratamentos referidos no artigo 11º serão gratuitos e deverão ser oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pelas operadoras definidas nos incisos I e II do § 1º do art. 1º da Lei 9.656/98, por meio de sua rede de unidades conveniadas.
O projeto define identidade de gênero como:
Artigo 2º – Entende-se por identidade de gênero a vivência interna e individual do gênero tal como cada pessoa o sente, a qual pode corresponder ou não com o sexo atribuído após o nascimento, incluindo a vivência pessoal do corpo.
 Facilidades para fazer a alteração de identificação civil
Artigo 3º – Toda pessoa poderá solicitar a retificação registral de sexo e a mudança do prenome e da imagem registradas na documentação pessoal, sempre que não coincidam com a sua identidade de gênero auto-percebida.
 Artigo 4º – Toda pessoa que solicitar a retificação registral de sexo e a mudança do prenome e da imagem, em virtude da presente lei, deverá observar os seguintes requisitos:
I – ser maior de dezoito (18) anos;
II – apresentar ao cartório que corresponda uma solicitação escrita, na qual deverá manifestar que, de acordo com a presente lei, requer a retificação registral da certidão de nascimento e a emissão de uma nova carteira de identidade, conservando o número original;
III – expressar o/s novo/s prenome/s escolhido/s para que sejam inscritos.

·       Mesmo uma criança que não tenha consentimento dos pais poderá recorrer à defensoria pública para que sua vontade de mudança de nome seja atendida (Lembra do João que quer virar Maria do exemplo?)

Artigo 5º – Com relação às pessoas que ainda não tenham dezoito (18) anos de idade, a solicitação do trâmite a que se refere o artigo 4º deverá ser efetuada através de seus representantes legais e com a expressa conformidade de vontade da criança ou adolescente,
levando em consideração os princípios de capacidade progressiva e interesse superior da criança, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente.

§1° Quando, por qualquer razão, seja negado ou não seja possível obter o consentimento de algum/a dos/as representante/s do Adolescente, ele poderá recorrer ele poderá recorrer a assistência da Defensoria Pública para autorização judicial, mediante procedimento
sumaríssimo que deve levar em consideração os princípios de capacidade progressiva e interesse superior da criança.


·       Se uma pessoa for mãe ou pai e quiser mudar o sua qualidade paternal ou maternal no registro de nascimento do filho pode fazer (Por exemplo o pai que quer ser qualificado como mãe no registro do filho, fazendo assim o documento ficar registrado não mais com um pai e uma mãe, mas com duas mães, mesmo que a outra parte não concorde). O documento de casamento também pode seguir essa linha:

Artigo 7º.
§2º Preservará a maternidade ou paternidade da pessoa trans no registro civil de seus/suas filhos/as, retificando automaticamente também tais registros civis, se assim solicitado, independente da vontade da outra maternidade ou paternidade;
§3º Preservará o matrimônio da pessoa trans, retificando automaticamente também, se assim solicitado, a certidão de casamento independente de configurar uma união homoafetiva ou
heteroafetiva.

·       Mudança de Sexo e outros procedimentos a fim de adequar o corpo à identidade de gênero (Tudo pago pelo SUS).
O projeto garante também o direito à cirurgia de mudança de sexo, e não só isso, garante todos os procedimentos com tratamentos hormonais integrais, a fim de adequar seu corpo à sua identidade de gênero autopercebida’, Tudo isso bancado pelo SUS.

Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé. 1 João 5:4

6. Famílias modernas  Resultado de imagem para A normalização dos modelos de família gay e lésbico no livro didático de espanhol. A normalização dos modelos de família gay e lésbico no livro didático de espanhol.
Este livro faz parte do catálogo do Plano Nacional do Livro Didático (PNLD) para o triênio 2014/16, sob o nº. 27329C0L43, da 2ª fase do Ensino Fundamental, e subsidia atualmente o trabalho pedagógico da disciplina Língua Espanhola nas escolas públicas estaduais, municipais e federal.  Em escolas seriadas é utilizado na 6ª série. Nas escolas que adotam o modelo dos Ciclos de Desenvolvimento Humano, é utilizado no agrupamento I do Ciclo III. Em ambos os modelos, o livro serve às crianças de 11 ou 12 anos. Resultado de imagem para A normalização dos modelos de família gay e lésbico no livro didático de espanhol.  Segue abaixo nossa tradução da página 28 (imagem 2) desse livro, que é introdutória ao capítulo 2. O tema desta parte diz respeito aos vários "modelos" de família. Para facilitar a compreensão do assunto pela criança, os autores valem-se da conhecida imagem do interfone de prédio ou condomínio. Em cada casa, um tipo diferente de família.  Duas lésbicas no AP. 101.  Não há famílias modelo, simplesmente , modelo família. O livro que é didático e destinado à escola pública contraria os §s 3º e 4º do artigo 226 da Constituição Federal de 1988, ao afirmar a não existência de um modelo de família para a sociedade brasileira. Pois bem. Por mais que a realidade aponte para novos tipos de organização familiar, com reflexos diretos no modelo tradicional de família, eles ainda não fazem parte do ordenamento jurídico do país. E a Constituição é soberana sobre fatos e subjetividades.  Segue abaixo nossa tradução da página 29 (imagem3) desse livro que analisa o tema família, de acordo com a imagem da página 28. Resultado de imagem para A normalização dos modelos de família gay e lésbico no livro didático de espanhol.
1. Observe a imagem ao lado, que representa o interfone de um edifício e foi adaptada de uma campanha no youtube.com sobre o tema família.

a) Em "Não há famílias modelo, simplesmente modelos de família", qual o significado da palavra modelo? Busque no dicionário os diferentes significados.
b) Segundo a campanha, por que não há famílias modelo, mas modelos de família?
c) Quantos modelos de família você conhece? 
2. Observe a imagem abaixo. Organizem-se em grupos de três. O objetivo é criar um slogan para uma campanha no bairro para que as pessoas reflitam sobre os vários modelos de família. Que slogan vocês criariam? Não se esqueçam que o slogan deve ser criativo e chamativo. Nas letras ‘a’ e ‘b’, do ponto 1 da imagem 3, os autores induzem os alunos acreditarem que não existe um modelo de família. Eles desconstroem a crença no tipo de família que esta arraigada em seus alunos cuja maioria pertence à família tradicional, e instauram a crença na multiplicidade de modelos familiares, ‘a diversidade familiar’. Na letra ‘c’ instigam os alunos a buscarem na memória diferentes modelos de famílias que eles conheçam. Certamente eles se lembraram das famílias mais diferentes possíveis.Resultado de imagem para A normalização dos modelos de família gay e lésbico no livro didático de espanhol.
Esta estratégia tem o objetivo de convencê-los da "normalidade" das mais diferentes formações familiares. Dessa forma, os alunos poderão com mais facilidade:
 1. Desprender dos seus valores familiares tradicionais; 2. Considerar como normal qualquer modelo familiar; 3. Admitir para si qualquer modelo familiar e 4. Ignorar ou questionar o que diz a Constituição Federal sobre família.                
No ponto 2, da imagem 3 (conforme trecho acima ampliado) o livro espera que os alunos já estejam plenamente convencidos da normalidade dos variados modelos de família. O passo seguinte é alistá-los para o engajamento político em defesa das novas configurações familiares junto aos moradores do bairro.                  
A ordem é para os alunos criarem slogans capazes de fazer com que as pessoas reflitam sobre essa realidade familiar. E fica subentendido que os próprios estudantes, certamente conduzidos por um professor, deverão sair às ruas do bairro com slogans e palavras de ordem defendendo o conteúdo da não existência de um modelo familiar aprendido na escola. Ora, se o livro entende que há necessidade de campanha pública para conscientização é porque sabe da resistência social para com as novas modalidades de família seguramente a própria família do aluno é resistente às novas modalidades de família.
Neste caso, o aluno doutrinado pela escola passa a exercer contestação no seio da família, contra os valores que ela acredita. Valores esses quase sempre provenientes da moral religiosa, principalmente cristã, onde a maioria das famílias brasileiras é filiada.
 É de se imaginar, com isso, a dificuldade para os componentes do núcleo familiar, lidarem com esse tipo de contestação por filhos adolescentes. Este, porém, parece ser um dos objetivos da Revolução Cultural Socialista em curso no país: doutrinar em sala de aula, no laicismo e relativismo, os filhos de famílias cristãs porque são conservadores e tradicionais nos valores morais e nos costumes. Historicamente, famílias tradicionais e conservadoras sempre foram obstáculos para governos que pretendem exercer controle absoluto sobre a vida social e dos sujeitos.
Espera-se que, no futuro, as crianças e adolescentes de hoje sejam capazes de revolucionar a prática cultural da sociedade, formando com naturalidade modelos de família diferentes dos seus pais.  Esse projeto, no entanto, não pretende interferir somente na família tradicional mais também na religião, visto que ela é a origem deste conceito familiar. Então, por força das circunstâncias, a influência desse novo modelo de sociedade se fará sentir também nos futuros grupos religiosos, sobretudo nas comunidades. E se constituirá em desafio para as igrejas sustentarem o padrão bíblico de família diante de uma sociedade cada vez mais aberta ao relativismo moral. Resultado de imagem para A normalização dos modelos de família gay e lésbico no livro didático de espanhol.   
Depois de afirmar em linguagem simples que há modelos de família e não somente modelo de família; de alistar alunos para a militância nas ruas do bairro; de determinar como tarefa a criação de slogans capazes de divulgar a ideologia no bairro, os autores inserem uma gravura com modelos de família.

Na gravura aparecem três imagens de famílias tradicionais, conforme prevê a constituição: um homem e uma mulherum pai e sua filha; um homem, uma mulher e o filho; juntamente com essas imagens, parecendo ser normal vemos: duas mulheres, uma delas grávida de uma menina; dois homens e uma menina.
O livro induz o professor a concordar e aceitar a diversidade familiar e ir mais alem, convencer também seus alunos. Com isso o discurso em sala de aula é capaz de transformar as práticas de crianças e adolescentes em verdadeiros defensores da família moderna ‘gays e lésbicas’.
A imagem do par de lésbicas como arranjo familiar, uma delas grávida de uma menina, pode sugerir à criança/aluna que ela pode ser mãe naturalmente, (esta realização pessoal pode ser viabilizada por meio da inseminação artificial).
A imagem do par de gays como arranjo familiar, tendo ao lado uma menina, procura satisfazer o desejo natural ela paternidade.
Nos dois casos, o livro usa a estratégia para uma aceitação da ideia proposta.
É bom lembrar que as crianças destinatárias deste livro nº 6 são pré adolescentes e estão no processo mais crítico para a formação de sua identidade, do caráter e da personalidade. É uma idade propensa à curiosidade, às novas experiências e aos conflitos. Os pais têm muito trabalho nesta fase para compreender, controlar e direcionar o processo de formação de seus filhos. Quando a escola respeita os valores culturais da família do aluno, há bons e pacíficos resultados no processo educativo. Por outro lado, quando a escola subverte esses valores, deixa a família e os filhos em situação de descompasso.      Os temas do livro traz a abordagem de valores e conceitos famílias.
Como professores cristãos vão aplicar essa aula? Sendo leais as verdades santas, ainda que sejam prejudicados em sua profissão.
Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego. Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé. Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça. Romanos 1:16-18                                                            

7. Filhos: menos tempo com os pais, mais tempo na escola!
Por que os chamados educadores e pedagogos estão tão interessados em que crianças de 3 e 4 anos estejam longe dos pais e perto deles nas escolas? Por que o governo está tão ansioso de obrigar crianças de 4 anos a ir para a escola?
Essa e outras perguntas são respondidas por uma matéria do jornal Estado de S. Paulo, que teve todo o cuidado de não criticar o intervencionismo abusivo de professores infantis que se julgam deuses. A matéria diz:
No salão de cabeleireiro de mentirinha, João Pontes, de quatro anos, penteia a professora, usa o secador no cabelo de uma coleguinha e maquia a outra, concentradíssimo na função. Menos de cinco minutos depois, João está do outro lado da sala, em um round de luta com o colega Artur Bomfim, de cinco anos, que há pouco brincava de casinha.
Nos cantos da brincadeira do Colégio Equipe, na zona oeste de São Paulo, não há brinquedo de menino ou de menina. Todos os alunos da educação infantil — com idade entre três e cinco anos — transitam da boneca ao carrinho sem nenhuma cerimônia.

A coordenadora pedagógica de Educação Infantil do Equipe, Luciana Gamero, explica: “Acreditamos que, ao não fazer essa distinção de gênero, ajudamos a derrubar essa dicotomia entre o que é tarefa de mulher e o que é atividade de homem.”
Essa atividade curricular da educação infantil é adotada por um grupo de escolas que acredita que a escola é o espaço apropriado para quebrar os papéis tradicionais de homem e mulher. Eles promovem uma infância sem o que eles chamam de “estereótipos de gênero” — masculino e feminino —, a fim de construir uma nova sociedade onde é fundamental a total desconstrução do tradicional do homem.
 1. O Kit gay na escola.Resultado de imagem para o grande livro das familias
            A elaboração do “kit gay” pelo governo federal foi uma das polêmicas do segundo turno das eleições municipais de São Paulo, em  2012. O material, que foi elaborado pelo Ministério da Educação durante a gestão de Haddad (PT). O “kit gay” seria distribuído nas escolas, mas por enquanto foi barrado, mesmo assim chegou em algumas escolas.
  A Secretaria de Educação da cidade de São Paulo estuda adotar o chamado “kit gay” estadual nas escolas da rede municipal. Segundo o titular da pasta, Cesar Callegari, o material, que já é usado por professores estaduais, poderá servir de subsídio aos docentes municipais para que  conteúdos relativos à diversidade sexual e preconceito sejam trabalhados em sala de aula.

 Este livro é recomendado pelo Ministério da Educação (MEC) e encontra-se em classes de Educação Infantil de todo o país. Inclusive, ele faz parte do grupo de livros destinados ao Programa Nacional para a Alfabetização na Idade Certa (PNAIC). Este que é um programa do Governo Federal em convênio com estados, municípios e universidades para alfabetizar toda criança até os 8 anos de idade.
De acordo com o texto de apresentação no catálogo Acervos Complementares (anos de 2013/15) do Ministério da Educação, este livro “trata das mudanças atuais nos conceitos de família e da diversidade cultural, religiosa, econômica e social das famílias contemporâneas.” Seguindo esse propósito, a obra apresenta com calculada naturalidade e igualdade de condições 13 arranjos familiares diferentes, dentre eles a família homossexual. 

O livro apresenta famílias gays e lésbicas nos quadros da parede.Resultado de imagem para O livro apresenta famílias gays e lésbicas nos quadros da parede.       A beleza artística e a qualidade do papel encontradas no livro impressionam não somente crianças, mas também adultos. A partir da capa, suas folhas lisas e brilhosas abrigam personagens, coisas e lugares criativamente desenhados.
Logo na primeira página, é apresentada uma família cujos membros são o pai, a mãe, uma filha e um filho. Esta família veste e calça conforme os trabalhadores rurais de algumas regiões do país. A postura corporal desleixada, o penteado, as roupas, o espaço em que eles se encontram, os instrumentos de trabalho (pá e regador), podem ser interpretados como indicadores de posição social. Os brinquedos, a bola com o filho e a boneca com a filha, são distintivos de gênero nesse modelo de família. O enunciado que aparece em cima da figura: “Muitos anos atrás, a maioria dos livros sobre famílias eram assim”, e a leitura da imagem, desqualifica e desatualiza este modelo de família. Situa-o, assim, num tempo longínquo e indeterminado, da mesma forma que são distantes e imprecisos o tempo dos contos de fadas. Partindo-se desse pressuposto, é possível conjecturar que as autoras comparam a família tradicional com o ideal romântico do conto de fadas. Esta suspeita pode ser inferida a partir da afirmação embaixo da mesma figura: "Mas na vida real existem famílias de todo tipo, formato e tamanho." Ou seja, na vida real que escapa ao ideal do tradicionalismo familiar, há, sim, uma diversidade de tipos familiares com o mesmo grau de importância.
 A página seguinte mostra a aprazível casa da família tradicional: fora do aglomerado urbano, sem prédios para cobrir o sol baixo, cercada com estacas de madeira, flores, jardim, pomar,  cachorro e gato. É óbvio que a geração de hoje ira optar por tudo o que é moderno.

A página seguinte mostra a aprazível casa da família tradicional: fora do aglomerado urbano, sem prédios para cobrir o sol baixo, cercada com estacas de madeira, flores, jardim, pomar,  cachorro e gato. É óbvio que a geração de hoje ira optar por tudo o que é moderno.
Mais adiante, com vestimentas e aspectos urbanos e modernos, duas mulheres cuidam de uma menina; dois homens, de um menino. Na mesma página, um casal tradicional com dois filhos. O que poderia causar estranheza é apresentado com naturalidade e aprovação pelo enunciado:                                “Algumas crianças têm duas mães ou dois pais”.
 É relevante neste livro o esforço para desconstruir o conceito de família normal: pai, mãe e filhos. Isto levando se em consideração que seu público é composto por crianças de 7 e 8 anos, cujas famílias são tradicionais. 
Trata-se de uma atitude deliberada de contradizer os valores morais dos núcleos familiares dos alunos. E esta pode ser considerada uma atitude reprovável porque a escola deixa de respeitar a bagagem cultural trazida de casa pelo aluno. 

É motivo de maior preocupação quando se trata de livro que faz parte da coleção do Plano Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC). O que se questiona neste importante programa de alfabetização é o porquê de se inserir nele a desconstrução da família tradicional para crianças ainda na infância, oriundas de famílias cristãs.
O livro, com a finalidade de normalizar novos modelos de família para crianças em fase de formação psicológica e física, trai a confiança dos cidadãos que vivem debaixo da boa tradição, pois preparam os filhos para terem gerações normais, quanto a ordem de Deus.
A coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a glória dos filhos são seus pais. Provérbios 17:6 

Por vossa irmã em Cristo Rosa Dias 

Nenhum comentário:

Postar um comentário