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Só Jesus Cristo salva!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

As últimas coisas/Cap.17/As duas bestas e o 666/Apocalipse 13.



“Porque eis que passou o inverno; a chuva cessou, e se foi; aparecem às flores na terra, o tempo de cantar chega, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. A figueira já deu os seus figos verdes, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, meu amor, formosa minha, e vem”.  Ct. 2.11-13                                                     


Escatologia: “As últimas coisas”, estudo no livro do apocalipse.

Índice       


01. Os Sinais da segunda vinda de Cristo
02.  A Salvação
03. O Inferno
04. Os Céus
05. O Arrebatamento
06. O Bema de Cristo
07. As Bodas do Cordeiro

08. O que está acontecendo no mundo por aí?

09. A visão do Céu  

10. A Grande Tribulação
11.  Os 144.000 e a Grande Multidão
12. O Sétimo selo - o silêncio no céu
13. A quinta trombeta e o primeiro Ai
14. O Livrinho
15. O Santuário é medido/ As duas testemunhas/A sétima trombeta.
16. A Mulher e o Dragão

17. As duas bestas e o 666
 

A besta que surgi do mar. Apocalipse 13.1-10.
E eu pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia.
E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio.
E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta.
E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela?
E foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu se lhe poder para agir por quarenta e dois meses.
E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu.
E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu se lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.
E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.
Se alguém tem ouvidos, ouça.
Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos.

O dragão vermelho do capitulo 12 é Satanás, porém o capitulo 13 de apocalipse apresenta mais duas bestas feras; a cena do capitulo 12, termina com o dragão vermelho (Satanás) em pé junto ao mar, ele foi lançado do céu à terra e esta pronto para descarregar sua cólera sobre os fieis que adoraram a Deus.
A besta do mar é o anticristo. Ante: em lugar de; afirma ser o Cristo verdadeiro (Mt:24. 24,25); O capitulo 13 descreve o conflito entre o anticristo e Deus e também o seu povo durante a tribulação. A besta que sobe do mar é o ultimo governo mundial da historia e consiste em dez reinos sobre o controle do anticristo. O anticristo ( II João 2.18) será o rei de seu reino no período da grande tribulação; será uma pessoa cruel como uma fera que conseguira o domínio político e religioso do mundo do seu tempo (Ap.17.13; Dn.7.4-6; 8.25; 9.27); é chamado também o homem do pecado (II Ts 2.3-4); ele fará um acordo de paz com a nação de Israel (Dn.9.27); ele já esta para se manifestar (I João 2.18), ele vai tramar um ataque furioso contra Cristo e os santos, antes de terminar a grande tribulação. Ele ainda não se manifestou porque o Espírito Santo o impede, ele o detém, somente quando o Espírito Santo for retirado é que o homem da perdição se manifestara. No início da grande tribulação o Espírito Santo se afastará, isto não significa que Ele será tirado do mundo, mas que cessara sua influencia restritiva à iniquidade a ao surgimento do anticristo. Todas as restrições contra o pecado será removidas, então o anticristo agirá. O Espírito Santo todavia, agirá na terra convertendo pessoas a Cristo e dando lhes poder (Ap.7.9,14; 11.1-11; 14.6,7). As pessoas não importarão mais com o pecado, seguirão as imposturas do homem do pecado e a humanidade descera a uma depravação jamais vista. A igreja de Cristo será arrebatada antes da manifestação do anticristo, Deus libra seu povo da ira vindoura (I Ts 1.10). Esse governante mundial fará aliança com Israel, tornar se a governante do mundo inteiro, vai declarar ser Deus, vai profanar o templo de Jerusalém, vai proibir a adoração a Deus, vai assolar a terra de Israel (Dn 9.27). Ele vai perseguir severamente aqueles que adoram a Cristo (Ap. 11.6,7; Dn. 7.8,24,25) nessa época muitos fiéis serão martirizados. Ele exigira adoração a si, fará grandes sinais, maravilhas e milagres, a fim de propagar o engano, ele fará prodígios de mentira, significa que seus milagres são sobrenaturais, parecendo autênticos, para enganar as pessoas e leva lós a crer na mentira, tais demonstrações serão vistas no mundo inteiro, as pessoas ficarão encantadas, impressionadas e convencidas por ele.
No fim da grande tribulação, Satanás ajuntara muitas nações no Armagedom, sobre o comando do anticristo, e guerrearão contra Deus e seu povo numa batalha que envolvera o mundo inteiro (Dn 11.45), quando isso ocorrer Cristo voltará e intervirá e destruirá o anticristo todos os seus adoradores, Satanás será preso e Cristo reinara por mil anos (esse assunto trataremos adiante em outro capitulo).
O mar, aqui, traz o mesmo significado de várias passagens do Velho Testamento. Ele representa as nações ou a sociedade humana. Em Salmo 65:7, o “rugir dos mares” é igual ao “tumulto das gentes”. Outras passagens usam a mesma linguagem: “Ai do bramido dos grandes povos que bramam como bramam os mares, e do rugido das nações que rugem como rugem as impetuosas águas!” (Isaías 17:12). “Mas os perversos são como o mar agitado, que não se pode aquietar, cujas águas lançam de si lama e lodo” (Isaías 57:20). “... a abundância do mar se tornará a ti, e as riquezas das nações virão a ter contigo” (Isaías 60:5). Jeremias falou do castigo da Babilônia, o poder imperial de sua época que dependia das nações que ela dominava: “Ó tu que habitas sobre muitas águas, rica de tesouros! Chegou o teu fim, a medida da tua avareza” (Jeremias 51:13). “Como se tornou Babilônia objeto de espanto entre as nações! O mar é vindo sobre Babilônia, coberta está com o tumulto das suas ondas... porque o SENHOR destrói Babilônia e faz perecer nela a sua grande voz; bramarão as ondas do inimigo como muitas águas, ouvir-se-á o tumulto da sua voz” (Jeremias 51:41-42,55).  Por enquanto, precisamos observar que o mar, mais uma vez, representa as nações ou os povos, especialmente o mundo dos ímpios.
A figura de um dragão vermelho é a figura de um matador que está sobre Israel para fazer sofrer o povo de Deus. E o dragão tinha 7 cabeças. Ora, as 7 cabeças são 7 impérios mundiais, através dos quais satanás vai operar contra Israel. Além da 7 cabeças, tinha 10 chifres e 7 diademas nas cabeças. Chifre, na Bíblia, significa poder demoníaco. Satanás vai usar 7 impérios mundiais, 7 países, e 10 governantes para executar os seus planos contra Israel. Diadema é coroa, de rei ou de rainha, e simboliza o domínio de reinos e governantes, ou seja, haverá um momento em que 7 impérios, com 10 governantes mundiais, usados por satanás, investirão contra Israel. (confira cap.9 a 16 dessa apostilha)
Uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças: Podemos ver a força ou o poder da besta nos chifres, e a sua inteligência ou astúcia nas cabeças. Nesta descrição, já notamos a semelhança da besta com o dragão (12:3). O poder desta besta depende do diabo.
Sobre os chifres, dez diademas: O dragão tem diademas sobre as sete cabeças. A besta tem diademas sobre os chifres, que serão identificados como reis que reinariam com a besta por pouco tempo (17:12).
Sobre as cabeças, nomes de blasfêmia: A besta é inimiga de Deus e do povo do Senhor. Exalta-se contra Deus com arrogância, mostrando nomes de blasfêmia e irreverência. As cabeças serão identificadas como reis (17:9).
Esta descrição da besta do mar tem uma forte ligação, obviamente, com Daniel 7. Daniel viu quatro animais subirem do mar. Entre outras características, ele descreveu traços de  leão,  urso,  leopardo e  um animal diferente, terrível e feroz com 10 chifres. Os quatro animais se levantaram numa sucessão, representando os quatro impérios já citados.
Eu acredito que Daniel e João viram os mesmos monstros, mas de pontos de vista bem diferentes. Quando João teve sua visão, a boa parte da mensagem de Daniel já havia sido cumprida. Os primeiros três reinos já haviam caído, e o quarto, Roma, dominava o mundo. Da perspectiva de João, uma única besta tinha características de todos os animais que Daniel viu.
 É como se o urso tivesse devorado o leão, assim incorporando alguns traços deste. Quando o leopardo devorou o urso, assumiu algumas características dos dois. Por último, o animal terrível e diferente devorou o leopardo, e passou a refletir algumas qualidades de todos os predecessores. Daniel viu os quatro animais como indivíduos. Ele disse que perderiam o seu domínio, mas que ainda viveriam por algum tempo (Daniel 7:12).
 João viu uma só besta com algumas características dos impérios anteriores. Continuam vivos porque fazem parte do quarto. Assim, João cita os mesmos animais do mais recente (o reino atual quando ele escreveu) ao mais antigo.
Daniel profetizou sobre os quatro reinos, mas enfatizou o estabelecimento do domínio do Senhor na época do quarto. Disse que o quarto reino, e especificamente o seu décimo rei, seria um reino blasfemador que perseguiria os santos “por um tempo, dois tempos e a metade de um tempo”, antes da vitória total dos “santos do Altíssimo” (Daniel 7:23-27).
E deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade: Há uma ligação fundamental entre o poder do império romano e o diabo. O poder do grande e irreverente perseguidor na terra vem de Satanás. O governo romano se tornou um instrumento na mão do dragão quando este foi pelejar com os descendentes da mulher (12:17). Nos aspectos espirituais de sua batalha, ele teve o apoio de seus gafanhotos e anjos. Na batalha terrestre, ele conta com o apoio do poder governante, o próprio império romano. Em qualquer situação, ele age na esfera limitada pelo domínio absoluto de Deus.
As cabeças são reis (17:9). Um dos reis foi golpeado de morte. Este golpe mortal atinge a besta (13:12) e seu poder de perseguir e destruir os santos. Considerando as cabeças como reis da besta ou império perseguidor, a morte de uma cabeça seria o fim da perseguição daquele rei, talvez pela morte do próprio imperador. Quando surgir um outro rei perseguidor, seria como a cura da ferida da besta.                                                          
Vemos que cinco reis já caíram, e que João escreveu antes de emergir um oitavo rei “que procede dos sete” (17:11). A força perseguidora diminuiu, temporariamente, mas ainda surgiria com grande intensidade, como se fosse a ressurreição da cabeça opressora.
E toda a terra se maravilhou, seguindo a besta: Demonstrações de poder ganham a admiração do mundo. As pessoas podem ser persuadidas pela autoridade de líderes, governos, etc., ou podem simplesmente seguir por intimidação, por causa do medo do poder dos dominadores. O poder de realmente ressuscitar os mortos pertence a Deus, não ao diabo. Mas, ele pode enganar pessoas “com todo poder, e sinais, e prodígios de mentira” (2 Tessalonicenses 2:9-10). Neste caso, não precisa ressuscitar uma pessoa; ele apenas dá nova vida à causa do governo maligno na perseguição dos santos. O mundo acha que a besta ganhará, e se maravilha. Foi isso que aconteceu no intervalo antes da sétima trombeta. A besta mostrou seu poder e o mundo participou da festa. Infelizmente para eles, a festa não durou (11:7-13).
 E adoraram o dragão porque deu a sua autoridade à besta: Para o mundo, demonstrações de poder são provas do favor de um deus. Qualquer vitória pode ser interpretada como evidência da impotência do “deus” do inimigo (Isaías 36:18-20). A besta recebeu seu poder do dragão, até dando nova vida ao poder perseguidor. O mundo admira tal poder e adora o dragão.
Na batalha no céu, o exército dos fiéis é liderado por Miguel, cujo nome quer dizer “Quem é semelhante a Deus?” (12:7). Mas os povos do mundo, tão impressionados com o poder imperial, negam o poder de Deus e perguntam: “Quem é semelhante à besta?”. Mas os povos que admiram a besta não enxergam a luz da revelação dada aos servos do Senhor.
Ela tem nomes de blasfêmia nas cabeças (13:1) e recebe a adoração dos povos (13:4). Aqui, ela tem condições de se exaltar e de falar blasfêmias.
E autoridade para agir quarenta e dois meses: A imagem da besta é assustadora. O poder dela é tão grande que a terra toda vai atrás, dando-lhe honra. O mundo pode ser enganado, mas os leitores do Apocalipse sabem que o poder dela é limitado pelo mesmo Senhor que já venceu o dragão. Ela terá autoridade para agir por um tempo limitado (42 meses – veja 11:2).
A ousadia da besta não tem limites. Ela abre a boca para falar contra o próprio Senhor.
Para lhe difamar o nome: O nome representa a pessoa. O nome de Jesus salva no sentido que o próprio Jesus salva (Atos 4:12; 13:23). Difamar o nome de Deus é atacar o próprio Senhor.
E difamar o tabernáculo, a saber, os que habitam no céu: Difama, também, o povo de Deus.
Foi-lhe dado, também, que pelejasse contra os santos e os vencesse: A besta luta contra os santos e é vitoriosa.
Deu se lhe ainda autoridade sobre cada tribo, povo, língua e nação: Como sempre, a autoridade do diabo e dos seus servos é limitada pelo poder superior de Deus. A besta recebeu permissão para dominar os povos ímpios. Mas a autoridade da besta, como a do próprio dragão, é definida pelo Soberano Deus (Daniel 4:32). Quando a besta matou as duas testemunhas, os povos fizeram sua festa de vitória (11:7-10). Aqui ela se pôs contra Deus e contra o povo do Senhor, e o mundo dá louvor à besta. Aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida: Como observamos acima, os habitantes da terra, aqui, são os ímpios. Do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo: A besta pode exercer autoridade sobre tribos, povos e nações. Ela pode ser adorada pelos ímpios. Pode pelejar contra os santos e os vencer. Mas o Livro da Vida está no poder do Cordeiro. Se alguém matar a espada, necessário é que seja morto à espada: Há diversas interpretações deste versículo, mas parece mais provável que o Senhor esteja falando aqui sobre os perseguidores – aqueles que prendem ou até matam os santos.

A besta que surge da terra. Apocalipse 13.11-14.
E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão.
E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada.
E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens.
E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.
E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.
Lembramos que o dragão estava na praia esperando os seus aliados (12:17). De um lado (o mar) apareceu a primeira besta. Do outro lado (a terra) aparece a segunda. Estas bestas não vêm de cima; não foram enviadas por Deus. Vêm dos homens, do mar (sociedade) e da terra (mundo dos homens). Especificamente, este poder se levanta daqueles que absorveram as mentiras da boca do dragão (12:16).
Os reis da terra se prostituíram com a grande meretriz, e ela dominava sobre eles (17:2,18; 18:3,9,23).
Os reis e exércitos da terra apóiam a besta do mar (19:19). Satanás seduz as nações da terra (20:7-8). As nações e os reis da terra glorificam o Senhor (21:24). Veja, também, 5:3,6,10; 6:10; 7:1-3.
Em outros livros da Bíblia, a palavra “terra” se refere, muitas vezes, à terra da Palestina (Números 32:11; Deuteronômio 32:47; Josué 1:15; 2 Crônicas 8:8; etc.). Muitas outras vezes, porém, refere-se ao mundo em termos mais gerais (Daniel 8:5; Atos 3:25; 4:24; 17:24,26; Romanos 9:17; Colossenses 1:16,20; 3:2; Hebreus 1:10; 2 Pedro 3:5).
A segunda besta de Apocalipse 13 vem do mundo, e serve ao dragão.
Possuía dois chifres, parecendo cordeiro: Esta besta não é nada igual, em aparência, à primeira. A besta do mar é assustadora. A besta da terra tem a aparência de inocência e mansidão; parece um cordeiro.
Mas falava como dragão: Aparências enganam. Esta besta não é um cordeirinho inocente. As suas palavras vêm do próprio dragão, o sedutor dos homens. Apesar de sua aparência inofensiva, esta besta tem o mesmo alvo que o dragão tem. Ambos querem destruir os homens.
Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença: A besta da terra pode ter aparência menos assustadora, mas ela tem o mesmo poder da besta do mar.
Ela domina com autoridade de reis. Tem poder para tirar a vida daqueles que não a obedecem e não se submetem à autoridade da besta.
Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta: A função da segunda besta é induzir os homens à adoração à autoridade imperial. Ela promove o culto imperial, obrigando as pessoas o adorarem.  Assim entendemos que a primeira besta representa o poder do governo e a força militar de Roma, e a segunda representa a sua autoridade religiosa de promover a idolatria oficial. Por isso, a besta da terra é conhecida, também, como o falso profeta (16:13; 19:20; 20:10). No final do primeiro e início do segundo século, a idolatria oficial de Roma cresceu por todos os lados.
Cuja ferida mortal fora curada: Novamente, ele menciona a ferida mortal curada. A força perseguidora foi ferida mortalmente, mas voltou.
A Besta da Terra: Líder Religioso. Seu propósito será imitar a obra do Espírito Santo, (MT.24.11),  promovendo  o culto ao anticristo. Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado para executar diante da besta: O dragão é enganador, e seus aliados, também.
A besta da terra, o falso profeta, não deu vida à besta, mas transmitiu uma aparência de vida e poder.

O 666. Apocalipse 13. 15-18.
E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas,
Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.
Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.
A autoridade da besta da terra é abrangente. Ela exerce poder sobre todas as classes, dos mais poderosos cidadãos até os pobres e os escravos.
Os que foram selados pela besta recebem os benefícios oferecidos pelo governo, especificamente, privilégios econômicos.
Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta: Apesar de qualquer dificuldade que tenhamos em compreender este símbolo, Deus o revelou para comunicar uma mensagem aos leitores originais do Apocalipse.
Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis: A explicação mais simples, e que se enquadra bem com o comentário acima sobre o número de homem, é de entender que sete é o número da perfeição divina, e seis seria o número da imperfeição e do fracasso humano. Desta maneira, 666 enfatizaria a qualidade humana e imperfeita da besta. Pode ser um inimigo violento, um terrível enganador, um assassino dos cristãos, mas seu poder não passa de poder humano. O 666                                                                                                                 
O 666 esta ligado a fatos bíblicos: o número 7 é o da perfeição e o 6 da imperfeição. O 666 seria o número da tentativa de chegar a perfeição, de ser Deus.
Durante o reino de Salomão, o número 666 foi símbolo de imposto anual e oferta ao rei. Assim também o será para o anticristo no tempo da "marca da besta":
Os símbolos usados por Salomão hoje são copiados pela Maçonaria. Muitos acreditam que o anticristo terá algum tipo de envolvimento com as chamadas "sociedades secretas".
O sinal na mão e na fronte foi ordenado antes dos hebreus entrarem na Palestina:
Da mesma forma, o nome, a marca, e o número do nome da besta estarão espalhados não só por todo Israel mais também por quase todo o mundo. Assim, o anticristo enganará muitos judeus e grande parte da população mundial, pequenos ou grandes, ricos ou pobres, livres ou escravos. Portanto, o 666 (o imposto) e o sinal na mão ou na fronte (a lei) representam fidelidade material e espiritual. Serão os sinais dos tempos difíceis da próxima ditadura onde a humanidade terá as 18 (6+6+6) características descritas em II Timóteo 3.2-4.
Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.
Biochip: Segundo estudiosos, a tradução para a palavra "marca" do original grego "charax" (charagma) do Apocalipse significa "pôr estaca dentro de" ou "aderir dentro de" ou ainda "efeito de entalhar, cinzelar". Realmente o biochip implantado na mão faz um pequeno volume parecendo uma marca.
O biochip é um microchip desenvolvido inicialmente para uso veterinário para a identificação e localização de animais por GPS (Sistema de Posicionamento Global). Hoje já está sendo utilizado em humanos para identificação e uso ainda experimental como cartão de débito e crédito!
Fabricado pela empresa Applied Digital estabelecida em Miami, o VeriChip é uma miniatura de RFID (dispositivo de identificação por rádio freqüência) implantado sob a pele tendo apenas 11,5 mm de comprimento e 2,1 mm em largura (do tamanho de um grão de arroz) e não utiliza baterias. É o biochip mais moderno e está tendo boa aceitação por ser minúsculo, inquebrável, imperdível e indolor inclusive na aplicação.
O implante é realizado através de agulha hipodérmica Nos EUA, os membros da primeira família a aceitar implantes ficaram conhecidos como "Os Chipsons".
O número do Anticristo (666) tem sido divulgado de uma forma assustadora, assim ele tornará aparentemente normal entre os povos e com fácil aceitação.

Sua irmã em Cristo Rosa Dias

(62) 9188 2681







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