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Eventos Evangélicos

sábado, 15 de dezembro de 2012

Estudo Bíblico "O Grande Dia do Senhor"/Sofonias Caps.1,2 e 3

Palavra do SENHOR, que veio a Sofonias... (leia todo o livro na sua Bíblia, para que não venha perder sua intimidade com ela)
 
               Introdução
Embora não saibamos quando será o “Grande dia do Senhor”, devemos estar preparados para esse dia, mediante a fé, a oração, a vigilância e todo preparo espiritual possível, a fim de não sermos surpreendidos.
                                 Biografia
Sofonias era descendente da quarta geração do rei Ezequias; seu nome significa “O Senhor esconde ou protege”, seu  ministério se deu durante o reinado do rei Josias(2 Rs2.22); foi contemporâneo do profeta Jeremias, da profetisa Hulda, entre 640-609 a.C, (2 Rs22.1; 23.30;2 Cr34.1;33.25;35.27).
                            Comentário
A denúncia do profeta quanto a depravação moral e religiosa e seus pedidos urgentes de “Buscai o Senhor”, podem ter lançado as fundações do grande reaviva mento ocorrido mais tarde no reino de Josias, quando o rei buscou a Deus de todo o coração e alma. É possível que Naum tenha sido seu contemporâneo .
Manassés e seu filho Amom,incentivaram a idolatria e toleraram sacrifício de crianças, feitiçaria,prostituição cultual e violência, (2 Rs 21; 2 Cr33). Mais tarde esses governantes foram substituídos por Josias, o mais justo dos reis de Judá, que ascendeu aos oito anos de idade. Sofonias já profetizava em 630 a.C, quando o rei era adolescente, infelizmente , após a morte do rei Josias os lideres e a maioria do povo voltaram a praticar suas antigas perversidades.
                                     Esboço
Sua mensagem começa com o anuncio de um desastre universal, em que o Senhor destruirá todas as coisas sobre a face da terra, somente escapara os mansos da terra e os que agem com justiça; isto se Dara  por causa do pecado. Deus julgara toda a terra, destruirá o culto idolatra, castigara  os lideres do povo, os comerciantes e os  que não se importam com Deus.(1.8-12).
Capitulo 1. Aproxima se a invasão de Nabucodonosor, rei da Babilônia.
Capitulo 2.as nações vizinhas serão castigadas.
Capitulo 3. Jerusalém é repreendida, sua restauração futura.
                                      Em destaque
 1. O julgamento universal
2. O grande Dia do Senhor
3. Exortação ao arrependimento
4. A alegria de Sião
                 1. “O julgamento universal”
Sofonias proclamou a vinda do julgamento de deus, não apenas a Judá, mas a toda a terra, Deus agirá como nos dias de Noé e destruirá todas as coisas sobre a face da terra (Gn 6.7). Nada escapará da mão de Deus, sua fúria é contra o pecado e o mal, toda a criação sofrerá seu castigo (Rm1.18-20), o pecado do ser humano, levará a destruição global; diante do juízo final haverá  choro e ranger de dentes (Mt 8.12; 25.30). O profeta inicia falando ao mundo inteiro e depois focaliza apenas o povo de Judá, pois eles deixaram de seguir ao senhor; estavam adorando os deuses dos cananeus, cuja principal divindade era Baal, (Jr.9.13-14; 32.29), alguns subiam até nos telhados para adorarem os astros, (sol, lua e estrelas, Dt 4.19), ao invés de adorarem o Deus criador, (Gn 1.14-17); Rm 1.25), também passaram a misturar religiões com a mesma adoração que faziam ao Senhor, especialmente a Moloque (Lv 18.21; Jr 5.7), ídolo amonita a quem o povo oferecia sacrifícios humanos (1 Rs 11.5,33; 2 Rs 23.10,13;Jr 32.35).                                                                                       O Senhor exige lealdade e condena toda mistura de nossa fé com qualquer outra crença. Existem hoje no mundo inteiro, membros e lideres de igrejas evangélicas que disfarçadamente freqüentam também crenças religiosas secretas, que ainda hoje também usam de  sacrifícios humanos em prol da prosperidade. Há também os que levam o povo a crerem nos amuletos da fé, objetos judaizantes que são vendidos em nome de Deus (ainda neste blog, você encontra o estudo dos amuletos da fé), encontramos também nos altares das igrejas evangélicas a anarquia gospel, uma verdadeira bagunça, um lixo, e tudo em nome da fé, outros já nem pregam mais a verdade ao pé da letra, com medo de ferir pessoas financeiramente bem sucedidas, e com isto acabam apagando o mover do Espírito Santo nos cultos e dando lugar a carne, mais há um que tudo vê, e julgará todos eles no Grande Dia. O profeta pede silêncio na presença do senhor, pois o dia do julgamento se aproxima rapidamente (Am 8.3; Hc 2.20; Zc 2.13; Is 13.6; Ez 7.7; Jl 1.15; Ob 15). O Senhor a fim de mostrar um pouquinho do que é o seu julgamento, usou a Babilônia como instrumento de matança, naquela ocasião.  Os nobres, lideres, filhos dos reis e membros da corte, estavam vestindo vestiduras estrangeiras, levando o povo a adotar a um estilo de vida pagão e idolatra. Quantos pastores hoje estão levando a igreja a se contaminar com as coisas mundanas, dizendo que isto não é pecado, e o que importa é o coração (Nm 15.39 e 39). Tudo estava uma bagunça, pulavam a soleira da porta e entravam na casa para roubar, estavam cheios de violência e engano. Todos os habitantes de Jerusalém envolvidos na idolatria estavam sobre o juízo divino. Quando os babilônios invadirem, haverá gritos em vários pontos da cidade. O inimigo virá do norte e por isso os gritos começarão na porta do peixe, situada no muro norte, um lugar onde moravam os ricos, contudo suas riquezas em nada iria ajudar naquele dia. Em Mactés havia comerciantes e ali o horror seria tão grande de choros e gritos, quando começassem a matança (Nm 3.3). Sofonias apresenta Deus à procura de perversos e pecadores nas ruas de Jerusalém, para punilos, (Jr 48.11). O rico verá sua riqueza saqueada e suas vinhas destruídas, não haverá onde se refugiar do julgamento de Deus, o mesmo quadro desolador terá um cumprimento final quando vir o “Grande Dia do Senhor” (Mt 8.12; 25.30).
                2. “O Grande Dia do Senhor”
Esse dia não quer dizer vinte e quatro horas,ou do nascer do sol ao por do sol; esse dia é sempre um tempo de ajuste de contas, juízo e castigo, quanto tempo se dará não sabemos (Jl 2.11; AM 5.18-20), será dia de angustia, de tormenta, de amargura, de grande sofrimento, de escuridão e densas trevas, a mente humana não pode chegar nem perto das comparações de tal dia, (Jr 20.11;Ez 4.5; Nm 10.9). Esse dia chegará porque Deus é Santo e não pode inocentar o culpado. O Dia do Senhor chegou para Judá, mais também ainda chegará a tempos vindouros para julgar a humanidade, Deus ajuntará todos os ímpios em um só lugar e julgara a todos e eles verão a fúria do Senhor naquele dia, (Jr 29.30; Jl 3.2; Mq 1.2; Zc 12.3; 14.3). Ele destruirá a terra com fogo, (Mt 24.29; Dn 7.11; Is 13.10; Ez 32.7; Jl 2.10; Am 5.20; Lc 21.25-26). Deus quer que todos sejam salvos e que ninguém se perca, (2 Pd 3.9; Jl 2.16 e 17). 
 
           3. “Um convite ao arrependimento”
   O profeta faz um apelo da parte de Deus, que se fosse atendido, o povo poderia escapar desse dia de furor, assim como eles não deram importância ao apelo e pereceram e aguardam o julgamento eterno, também muitos são os que hoje perecem por não aceitarem o apelo ao arrependimento, (Sl 1.6). Temos muitos ministros do evangelho hoje, que ao invés de obedecer a palavra de Deus, estão ignorando as profecias, não pregam o que Deus está mandando e estão cada vez mais desonrando a fé. Quem aceita em tempo o arrependimento e se converte a Deus, Ele é misericordioso para perdoar, somente Deus tem tamanho poder, não adianta o homem pecar e confessar ao seu líder, todos os pecados sem se arrepender, de nada vai adiantar, o confessa mento tem que vir acompanhado do arrependimento, pois só assim alcançara a misericórdia divina; a outros que acham que o tempo apaga pecado, e com isso esquecem do que fez e segue em frente como se com o passar do tempo uma borracha santa apagasse tudo, sem arrependimento jamais haverá perdão, é por isso que só seremos salvos mediante a misericórdia de Deus, pois quantas coisas esquecemos lá traz e delas não lembramos, (Ap 20.12).
                         
   4. “A alegria de Sião”
       Após enfrentar o terrível julgamento, o mundo entrará numa era de restauração total, (Is 6.5-7; Jr 32.39). Os fiéis espalhados serão congregados e virão juntos adorar a Deus. Sião a cidade santa, será habitada por pessoas humildes que temem ao Senhor e nele confiam, (Is 66.2); os mansos herdarão a terra, (Mt 5.5); viverão em perfeita paz, (Mq 4.4). Quando aquele dia chegar, o povo de Deus não terá nenhum motivo par ter medo, o pavor da ira vindoura será somente para os que não aceitaram a Jesus como seu único e suficiente Salvador. O Senhor regozijará com seu povo, Ele transbordara nossos corações em eterna alegria e amor. Deus é poderoso e nos dará vitória sobre nossos inimigos, somente os salvos desfrutarão desta maravilhosa e eterna comunhão com o Senhor.
“Assim sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos e reservar os injustos para o dia do Juízo para serem castigados”. 2 Pedro 2.9                         

Por Rosa Dias

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